CLXVIII

12:00



Lavo sozinho
a minha roupagem,
lavo com lágrimas,
o melhor líquido
apaziguador de
corações selvagens.
Enquanto me banho,
uma harpa 
vai tocando
uma melodia
sinuosa...
Quem está tocando
é um sinuoso Anjo,
o meu amigo
de todas
as horas...
Toca,
meu amigo,
toca...
Me acalma,
meu amigo,
me acalma...
Me faz companhia,
meu amigo,
me faz companhia...
Meu Jardim
é bem guardado
pela Tua
Divina Brisa.
Minhas lágrimas
são bem 
curativas
dos ferimentos
d'alma minha.
E tudo graças,
meu amigo
Anjo Inominável
que me acompanha,
à Divina Melodia
saindo da Tua
Divina Harpa
também amiga
minha.

Inominavelmente,
Inominável Ser.

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