CLXXXIX

12:00

Sozinho.
Danço
sozinho.
Sempre
sozinho.
Inominavelmente
sozinho.
Faz-se aqui
um desértico
caminho
e
O Grande Livro
Da Deusa Solidão
está sendo
escrito.
Solidão
e
descaminho.
Solidão
e
sofrimento.
Solidão
em
transe contínuo.
Solidão
e silêncio...
e silêncio...
e silêncio...
e silêncio...
e silêncio...
e silêncio...
e silêncio...
e silêncio...
e silêncio...
De repente,
ouço um
sorriso...
De repente,
ouço os passos
de um
bailarino...
De repente,
fora da visão presente
da materialidade
sôfrega
e demente,
vejo nos Campos
e Vales
da Astralidade
uma multidão
de outros
solitários
dançarinos...
Thangra Shuda
pega em meu
braço direito,
eu sorrio agora,
segurando minhas
lágrimas amargas,
lá bem Alto
o Mestre Sagitário
aponta a Sua Flecha
para
A Deusa Alegria!
Olho para o meu
Mestre Inominável,
Meu Maior
Amigo,
Aquele que sempre
quer dialogar
comigo,
Aquele que não
se envergonha
dos meus passos
de dançarino,
ele consente
que eu vá bailar
e eu sigo
Thangra Shuda
no Sagitariano
Bailar!
Júpiter
canta!
Júpiter
canta!
Júpiter
canta!
O Cantor Júpiter
nos
encanta!
Os jupiterianos,
irmãos nossos
elevadíssimos,
entoam canções
quie preenchem
os nossos
solitários corações!
Sinto-me feliz
assim,
irmãs
e
irmãos...
Sinto-me feliz
assim,
acompanhado
pelos Amigos Espirituais
que encontro
neste Jardim...
Todos estão

ao vosso lado,
irmãs e irmãos
solitários
ou que pensam
não ser
solitários...
Deixem
Thangra Shuda
lhes guiar...
Querem
no País
Da Alegria
dançar?

Inominavelmente,
Inominável Ser.







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