CLXXXVI

12:00

Violinos acordam
um gigante dentro
de um mundo repleto
de caminhos que
flores singelas traçam
como volantes de um
douro veículo
que despedaça o
desencanto,
a amargura,
a tristeza,
a insônia,
o grande tédio
destes contemporâneos
dias.
Como um poema de
bardos que sentam-se
à beira de um mar
no qual nadam apenas
os que possuem os
internos versos
bem puros,
O Poema Celestial
torna-se um gigante
que vocifera na ponta
dos dedos dos
puros bardos
que se encarregam
de poetizar acerca
do que se eleva acima
do simples e limitado
humano barro.
Alkmenom recita
diante da
Dama Branca
O Poema Final!
Bahuon recita
diante da
Dama Cinzenta
O Poema Inicial!
Valurs recita
diante da
Dama Negra
O Poema Eterno!
Bakulun recita
diante da
Dama Vermelha
O Poema Solar!
Lavamur recita
diante da
Dama Cinzenta
O Poema Lunar!
Xalor recita
diante da
Dama Azul
O Poema Estelar!
Balughon recita
diante da
Dama Amarela
O Poema Planetário!
Todos os poetas
e todas as poetisas
dos Planos Universais
recitam
O Uno Poema
Que É
O Poema Celestial!
Bardos da Terra,
juntemo-nos a eles,
recitemos aqui
os mesmos versos
de Tempos Eternos
A Eternos Tempos
Eternos!
Poetizar
Poetizar
Poetizar
Poetizar
Poetizar
Poetizar
Poetizar
Poetizar
Poetizar
O Celestial!

Inominavelmente,
Inominável Ser.





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