CXXX

22:33

Perco em meus

Passos diários

O pó dos antigos

Passos primários

Que eu costumava dar

Quanto mais

A penumbra assolava-me.

Sou um velho peregrino

De infinitas peregrinações,

Um forte riso

Desde o caminhar eterno

Sempre nelas

É o meu sino.

Sou rico no riso,

Sou rico no riso

Do meu Espírito,

Espírito Eterno

Que abandona a enfermidade

Da Deusa Carne.

Carne morre Carne morre!

Carne caia Carne caia!

Carne Carne Carne

Deusa Carne,

Tu És A Maior De Todos

Os Malditos,

Teus Passos São Abismos!


Inominavelmente,

Inominável Ser.











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