CXVI

19:03

Pelos furacões

Que possuo em meu

Espírito Eterno

Dinamizo pequenos

Ventos suaves

Que ardem mais

Do que

Reles suavidades.

Se a fúria é divina,

A minha fúria

É a dos Deuses

Que encontram sempre

Seus bálsamos

De purificadora energia

De sublime alegria.

Sou furioso

Ao grito infinito

Das andantes batalhas

Que são travadas

Nos campos ágeis

Das plenas alvoradas.

Sou furioso

E grito aos furacões

Todos em mim

Que derrubo fins,

Que ergo sem-fins!


Inominavelmente,

Inominável Ser.






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