XXV

20:41

Árdua é a dura luta

Que todos os dias

Faz os meus ombros

Pesarem como

Titânicas montanhas

De regiões estranhas.

Aqui neste mundo

Onde caminho

Arrastando-me em

Penosos campos

De tenebrosas lágrimas,

Eu sou um estranho

Que caiu de um céu

De campos maravilhosos

De risos dourados.

Este mundo tolo

Todo é um cárcere,

Nenhum mel nele há,

Nenhum céu nele há,

Apenas veneno há,

Apenas inferno há...

Estou me libertando!

Avancemos Espírito!

As asas da liberdade

São Tuas Celestiais Vozes,

Inominável Desconhecido!


Inominavelmente,

Inominável Ser.




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