XXIII

23:04

Na música terna

Da Realidade Única

Tenho como alto som

A ecoar em meu

Real íntimo

O de infinitas harpas

Que minhas angelicais

Desconhecidas mãos

Tocam em exaltação.

Choro ao som íntimo

Das íntimas harpas,

É o choro de encontro

Com A Felicidade,

A incondicional

Felicidade Espiritual

Que não é uma

Felicidade simplória

E nem solitária.

Inominável Desconhecido,

Tu És A Felicidade,

É Felicidade,

Tua Essência É Lira,

Tua Existência É Violino,

Os quais chorando mais

Toco no ritmo íntimo

Do meu sonoro

Ser Real.


Inominavelmente,

Inominável Ser.


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