XIII

22:31

O deserto daqui,

Deste mundo todo,

Dá-me sede.

A sede pelo Saber

É a água saborosa

No escaldante mundo

Das ilusões materiais

Que é a Terra.

Parei de ver

Aquelas miragens

Que n’alma faziam-me

Instrumento de

Negativa vacuidade.

Atraio no vácuo

Preenchido pelo Saber

O Olhar De Atena,

A Deusa Da Sabedoria

Que é a chuva alagante

Do meu deserto de ontem.

Mãe Atena,

Minha sede é infinita!


Inominavelmente,

Inominável Ser.




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